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eVisa ou visto via Embaixada: qual rota se aplica ao seu caso

eVisa ou visto saudita via Embaixada: qual é o seu

A Arábia Saudita modernizou muito o processo de visto nos últimos anos, mas ainda existe uma divisão clara: algumas nacionalidades e perfis entram pelo eVisa online, enquanto outros — incluindo o brasileiro sem vínculos adicionais — precisam processar via Embaixada em Brasília. Saber em qual caixa você se encaixa é o primeiro passo para não perder tempo tentando rota errada.

Existem hoje quatro modalidades de visto de turismo saudita. Três delas são eletrônicas e uma é presencial. Abaixo, o mapa completo.

1. eVisa tradicional (solicitado online)

É o visto eletrônico clássico, disponível para cidadãos de uma lista específica de países elegíveis — principalmente os do Espaço Schengen, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia e algumas outras nacionalidades.

O processo é totalmente digital: o solicitante preenche o formulário online, paga a taxa consular no cartão de crédito e recebe o visto por e-mail. Não precisa enviar passaporte, não precisa ir à Embaixada.

O Brasil não está nessa lista. Portanto, o brasileiro com apenas o passaporte brasileiro não consegue solicitar essa modalidade. A elegibilidade é por cidadania, não por residência.

2. eVisa vinculado a visto americano válido

Essa é a rota mais comum para brasileiros que conseguem usar o eVisa. O requisito é ter visto dos Estados Unidos válido e já utilizado, ou seja, é necessário que o carimbo físico de entrada nos EUA correspondente ao visto atual esteja no passaporte (ou que haja comprovação de entrada em território americano).

Não basta ter o visto americano no passaporte — ele precisa ter sido usado. Se o seu B1/B2 está válido mas você ainda não foi aos EUA, essa rota não se aplica.

Quem se enquadra segue o mesmo processo online: preenche o formulário, paga a taxa consular no cartão de crédito internacional e recebe o visto digital por e-mail.

3. eVisa para residentes do GCC

Para brasileiros que moram nos países do Conselho de Cooperação do Golfo — Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Bahrein e Omã — existe uma rota específica. Basta ter residência válida em um desses países para solicitar o eVisa online.

Também processo 100% digital. Não precisa passaporte físico, não precisa assessoria presencial. A taxa consular é paga no cartão.

4. Visto de turismo via Embaixada (Brasília)

Para o brasileiro que não tem visto americano usado nem residência no GCC, a rota é o visto regular via Embaixada. É um processo mais documentado, mas também mais estruturado — e com uma vantagem: avaliação caso a caso.

A Embaixada recebe as solicitações de visto de turismo somente às quintas-feiras, e quando aprovado, o visto fica pronto no mesmo dia. O passaporte físico precisa ser enviado à Embaixada como parte do processo.

Principais exigências da rota Embaixada

Comparativo rápido

As três rotas eletrônicas são mais leves em documentação mas exigem cidadania/residência específica. A rota Embaixada é mais documentada mas está aberta para qualquer brasileiro que comprove renda e vínculo empregatício.

Sobre validade do visto concedido: em todas as rotas, o visto de turismo saudita é válido por 365 dias com permanência máxima de 90 dias por entrada. Múltiplas entradas são permitidas dentro da validade.

E quanto aos valores

Taxa consular das três rotas eletrônicas: entre US$ 107 e US$ 120, dependendo da idade do solicitante (o seguro saúde é obrigatório e varia por faixa etária).

Taxa consular da rota Embaixada: mesma faixa — US$ 107 a US$ 120. A diferença entre as rotas está no processo: a via Embaixada exige assessoria presencial, carta certificada pela Câmara Árabe (R$ 600 adicionais), tradução quando aplicável e envio do passaporte físico.

Como saber qual rota é a sua

Três perguntas resolvem:

  1. Você é cidadão de país do Schengen, EUA, UK, Japão ou outro país da lista de elegíveis? → eVisa tradicional.
  2. Você tem visto americano válido e já usado? → eVisa via visto americano.
  3. Você tem residência válida em Emirados, Catar, Kuwait, Bahrein ou Omã? → eVisa GCC.

Se a resposta das três é não, sua rota é a Embaixada via Brasília. E é justamente aqui que uma assessoria faz diferença: reunir carta empresarial, certificar na Câmara Árabe, conferir extratos bancários, reservar envio à Embaixada na quinta-feira certa e conduzir o retorno do passaporte por Sedex.

Próximo passo

Se você já sabe qual rota se aplica ao seu caso e quer acelerar, pode contratar a Globalvisa direto pelo site ou falar conosco no WhatsApp. Caso ainda tenha dúvida sobre elegibilidade, manda mensagem com seu perfil — em poucos minutos confirmamos qual caminho é o seu.

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Somos a empresa autorizada e certificada pela Embaixada da Arábia Saudita no Brasil. Cuidamos do processo do primeiro contato à devolução do passaporte.

Perguntas frequentes

Brasileiro pode tirar eVisa saudita direto?

Não, o Brasil não está na lista de países elegíveis ao eVisa tradicional. O brasileiro só consegue eVisa saudita em duas situações: com visto americano válido e já usado, ou com residência válida em país do GCC (Emirados, Catar, Kuwait, Bahrein, Omã).

Qual a diferença entre eVisa e visto via Embaixada?

O eVisa é 100% online, emitido por e-mail sem envio de passaporte. O visto via Embaixada exige protocolo presencial em Brasília, documentação mais robusta (carta certificada, renda mínima US$ 1.500) e envio físico do passaporte.

Quanto tempo demora cada rota?

eVisa tradicional: 24 a 72 horas. eVisa via visto americano ou GCC: similar, 24 a 72 horas. Visto via Embaixada: protocolado às quintas-feiras, geralmente aprovado no mesmo dia.

Posso solicitar eVisa se tenho visto americano mas ainda não usei?

Não. A regra exige que o visto B1/B2 dos EUA tenha sido utilizado, o que significa carimbo físico de entrada nos EUA no passaporte. Visto válido mas sem entrada não se enquadra nessa rota.

A taxa consular é diferente entre as rotas?

Não. A taxa consular de todas as quatro rotas é a mesma: entre US$ 107 e US$ 120, dependendo da idade do solicitante (por causa do seguro-saúde obrigatório embutido).